pra quem ainda está com dúvidas em relação à construção do foguete segue o link do vídeo que o Prof. João Canalle - Coordenador da OBA - fez.
"A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem, aos Espíritos que neles encarnam, moradas correspondentes ao adiantamento dos mesmos Espíritos." Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Vídeo: Construção de foguete
Olá,
pra quem ainda está com dúvidas em relação à construção do foguete segue o link do vídeo que o Prof. João Canalle - Coordenador da OBA - fez.
pra quem ainda está com dúvidas em relação à construção do foguete segue o link do vídeo que o Prof. João Canalle - Coordenador da OBA - fez.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Para que serve a Astronomia?
"Para que serve a Astronomia, e que nos importa o
tempo que leva a bala de canhão para percorrer a distância que existe entre a
Terra e o Sol? Assim raciocinam pessoas muito honradas, que não vêem nas
ciências outros resultados senão a aplicação que pode ser dada à indústria ou
ao seu bem-estar. Mas sem a Astronomia, que razão teríeis para adotar o
admirável sistema que estamos desenvolvendo, em vez de um outro, da autoria de
Espíritos ignorantes ou invejosos?
Se a Terra, como se pensava antigamente, fosse o
ponto central do Universo; se os numerosos sóis que povoam o espaço mais não
fossem que simples pontos brilhantes fixados numa abóbada de cristal, que razão
teríeis para admitir o passado e o futuro do Espírito? A Astronomia, ao
contrário, vem demonstrar que a vida planetária, que circula em torno de nosso
Sol, reflete-se em redor de todos os que compõem a nebulosa, da qual nosso
mundo faz parte; que todos esses planetas são organizados de maneira diferente
um dos outros e, que, em conseqüência, as condições de vida não são as mesmas.
Sois então levados a perguntar se Deus cria instantaneamente e para cada corpo,
especialmente, o Espírito que o deve animar. Por que razão teria julgado justo
criá-lo aqui, e não acolá, na Terra e não em outro mundo, em tal condição e não
em outra?
Uma lógica inflexível vos leva, assim, a admitir
como expressão da maior verdade a habitabilidade dos mundos, a preexistência da
alma e a reencarnação.
Então a Astronomia é útil, porque vos põe em condições de receber o
esboço das sublimes verdades que, para vós, serão desenvolvidas como
conseqüência do progresso que o Espiritismo e a própria Ciência farão. Porque,
auxiliada pela indústria, ela é chamada a vos levar à descoberta de muitas
outras maravilhas que apenas teríeis podido entrever. Doravante, a Astronomia e
a Teologia são irmãs e vão marchar de mãos dadas."
Vignal, por Arago
extraída da Revista Espírita - 1860
Clique e conheça!
8 motivos para estudar Astronomia
terça-feira, 20 de maio de 2014
Nebulosa no vidro
Você sabe o que é uma nebulosa?
As nebulosas são nuvens de poeira, hidrogênio e plasmas. São nelas é que as estrelas se formam. São conhecidas como os berçários estelares. Conheça algumas delas:
Que tal colocarmos um beleza dessas dentro de um vidrinho. Mãos na massa então...
Como fazer:
Materiais necessários:
- um frasco de vidro ou plástico
- um pedaço de algodão, anilina (não comestível)
- glitter
- água
Modo de fazer:
- Colocar o algodão e o glitter no frasco. Depois colocar água. Na sequência colorir com a tinta que você tiver.
PRONTO!!
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Camille Flammarion: um homem à frente do seu tempo
Flammarion em vários momentos!
"Dos colaboradores de Kardec, Camille Flammarion foi o que mais valorizou a construção do conhecimento espírita a partir da metodologia empírica e positivista. Como conseqüência desta sua postura ele passou anos de sua vida buscando fatos, sobre os quais construiu a convicção na imortalidade da alma, na comunicabilidade dos espíritos e na existência de faculdades extra-sensoriais nos homens,[...]"
Trecho extraído do artigo do site da Associação Espírita Nova Era
terça-feira, 18 de junho de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Como montar um Relógio de Sol
1) Recorte as figuras que contêm os mostradores da face Sul
e Norte, respectivamente, e cole, primeiro, o mostrador da face norte (se mora
no hemisfério Sul) sobre uma folha de papelão, que tenha exatamente as mesmas
dimensões dos mostradores.
2) Se o papelão for grosso (mais que 3 mm), faça um “sulco”
sobre a linha tracejada, mas do lado oposto do papelão. Isso facilita em muito
a dobra do mesmo.
3) Dobre, temporariamente, na linha tracejada, num ângulo
reto (90 graus), entre a base e o mostrador do relógio de Sol.
4) Abra um clipe grande de papel de um ângulo igual a 90
graus menos a latitude de sua cidade. Exemplo: a cidade de Goiânia tem
latitude de: -16° 40' 43''. Vamos usar o valor aproximado de 17 graus, então
vamos abrir o clipe de 90 – 17 = _______ graus. Use o quadrante da figura ao lado.
5) Fixe, com fita adesiva, o clipe já aberto entre a face
Norte e a base se sua cidade está no hemisfério Sul.
6) Atravesse PERPENDICULARMENTE o centro do mostrador
com um palito de dente (ou algo similar e até maior).
7) Fure o centro do outro mostrador. Corte na linha
tracejada do mostrador ainda não colado. Cole apenas o mostrador no verso do
papelão, mas de forma que os centros de ambos mostradores coincidam.
Atravesse-os com o palito de dente e deixe metade deste de cada lado dos
mostradores. Este palito projetará a sua sombra sobre o “mostrador das horas”
onde você poderá ler as horas.
Passo a passo
Como usar o relógio de Sol, isto é,
como posicioná-lo no chão.
O
relógio de sol só funciona sob o Sol e numa certa direção privilegiada. Qual
direção? A Norte – Sul. Sim, o relógio de Sol tem que ficar com o seu ponteiro (o
palito de dente) ao longo da linha NORTE-SUL, a qual você determinou na atividade
anterior descrita acima.
Moldes
terça-feira, 23 de abril de 2013
MONTAGEM DO FOGUETE
FOGUETE PARA ALUNOS DO NÍVEL 2
Abaixo, damos uma orientação genérica sobre como construir e lançar um “foguete” constituído de um simples tubinho de papel na forma de foguete. Todos os alunos deverão construir e MELHORAR o “foguete” que descrevemos abaixo, tal que o mesmo vá o mais
longe possível. A distância deve ser medida entre o local de lançamento e o local aonde chegou o foguete medido ao longo da horizontal.
Todos participantes receberão um certificado de participação, desde que a Escola nos envie, via internet, os nomes e alcances obtidos por cada um dos alunos. Junto com as provas seguirá uma folha para lançar nomes, nível e alcance, caso a escola não tenha acesso à internet. Todos os resultados deverão ser enviados juntos com os resultados das provas da OBA.
Regra básica de segurança: NUNCA lance ou permita que lancem foguetes, mesmo de tubo de papel, na direção de pessoas ou animais. Estas atividades devem ser sempre supervisionadas por adultos!
Introdução: Foguetes são veículos espaciais que podem levar cargas e seres vivos para muito além da atmosfera da Terra e permanecer em órbita ao redor da Terra. A Agência Espacial Brasileira (AEB) está construindo o foguete chamado VLS, Veículo Lançador de Satélites. Com ele o Brasil poderá colocar pequenos satélites ao redor da Terra, sejam eles do Brasil ou de outros países.
Teoria: Os foguetes funcionam queimando combustível sólido ou líquido e ejetando o resultado desta queima em altíssima velocidade na direção oposta àquela em que se quer que o foguete vá. Este é o princípio de uma famosa lei da Física chamada “ação e reação”. Nesta atividade, contudo, não vamos usar este princípio e sim somente “impulsão”.
A construção e lançamento do “foguete” de canudinho de refrigerante para alunos do nível 2.
1. Enrole ao redor de um lápis novo (comprido) uma folha de papel A4. Não dê mais do que duas voltas de papel ao redor do lápis, senão o seu foguete ficará pesado. Mantenha, por enquanto, o lápis dentro do tubinho de papel e coloque três anéis de fita adesiva ao redor do tubinho de papel para fixá-lo, depois coloque uma fita adesiva ao longo do comprimento do tubinho de papel sobre a emenda do papel.
2. Em seguida prepare três aletas, aproximadamente com as dimensões mostradas na figura ao lado. Corte nas linhas pontilhadas e abra cada um dos retângulos (1 cm x 5 mm) perpendicularmente à aleta e fixe os “retângulos”, com cola ou fita adesiva sobre uma das pontas do foguetinho de papel. As aletas, claro, devem ficar dispostas ao longo do comprimento do foguete e simetricamente dispostas ao redor do foguete. Veja a foto abaixo.
3. Retire o lápis de dentro do tubinho. Faça uma bolinha de papel alumínio, um pouco maior do que um grão de feijão grande e “soque” com as costas do lápis esta bolinha de papel alumínio, de forma que ela tapará a ponta do foguete. A bolinha de papel alumínio tem a função de tapar e adicionar um “peso” na ponta do foguete para estabilizar o seu voo. Se quiser pode fazer uma ponta para o foguete. Isso pode dar algum trabalho, mas ainda assim precisará colocar uma bolinha de papel alumínio debaixo desta ponta, para dar estabilidade ao voo do foguete. Pode-se observar que sem a bolinha de papel alumínio ou sem as aletas, o foguete tem trajetória aleatória, ou seja, simplesmente não voa.
Métodos de lançamentos:
1º Método: Coloque um canudinho bem grosso dentro do foguete de papel. Sopre fortemente na extremidade inferior do canudo e verá o foguete ser lançado para longe. Meça a distância entre você e aonde ele chegou. Varie o ângulo de lançamento e faça o foguete ir ainda mais longe.
2º Método: Providencie uma garrafa de refrigerante vazia de qualquer volume. Faça um furo em sua tampinha tal que por ele você consiga passar justinho o canudo grosso. O canudo tem que entrar justinho ou até um pouquinho apertado. Por isso faça um furo fininho e vá alargando com a ponta da tesoura. Isso é muito fácil de fazer. Coloque só uns 5 cm do canudo dentro da garrafa. Coloque o foguete sobre o canudo. APERTE subitamente a garrafa e veja o foguete ser lançado ainda mais longe do que quando soprado. Veja a foto ao lado. Varie o ângulo de lançamento, varie o tamanho da garrafa, etc e descubra como fazer para que o foguete vá o mais longe possível.
3º Método: INVENTE VOCÊ MESMO!
terça-feira, 16 de abril de 2013
Conheça o astrônomo Tycho Brahe
Tycho
Brahe nasceu em 14 de dezembro de
1546 na cidade de Skane,
Dinamarca. Primogênito de uma família nobre, foi
criado pelo tio, do qual também herdaria grande fortuna. Ainda muito jovem foi
estudar Direito e Filosofia na Universidade de Copenhague. Foi quando
presenciou um eclipse parcial do Sol e ficou impressionado com a precisão da
previsão matemática do fenômeno.
O fato de que o movimento dos astros poderia ser tão bem determinado, a ponto
de sabermos suas posições relativas num dado momento, entusiasmou Tycho. Com
apenas 16 anos seu tio o mandou para Leipzig, na Alemanha, para continuar seus
estudos de direito. Mas já era tarde. Tycho estava maravilhado pela Astronomia.
Comprava livros, instrumentos e passava a noite observando o céu.
Supernova!
UMA NOITE, EM 17 DE AGOSTO DE 1563, descobriu que as efemérides de sua época
estavam erradas em vários dias na previsão de uma aproximação aparente entre
Júpiter e Saturno. Assim, decidiu ele mesmo compilar tabelas mais acuradas a
partir de observações sistemáticas e mais precisas das posições dos planetas
por um longo período de tempo.
No dia 11 de novembro de 1572 Tyhco teria o privilégio de contemplar um evento
celeste que o deixaria ainda mais maravilhado: a explosão de uma supernova, uma
estrela de grande massa que ao morrer emite um pulso de luz de curta duração
(em comparação com seu tempo de brilho), porém de grande intensidade . Maior
que o brilho de todas as estrelas da galáxia juntas.
A nova estrela que Tycho viu estava na constelação de Cassiopéia e era mais
brilhante que o planeta Vênus. Na verdade ela pôde ser observada em plena luz
do dia, por longos 18 meses. Na época desconhecia-se a natureza do fenômeno, e
para Tycho a pergunta era se a nova estrela estava na alta atmosfera da Terra,
mais perto que a Lua, ou se ainda mais longe, e assim contradizendo o dogma do
grego Aristóteles, largamente aceito pelos cristãos, de que a esfera celeste
era imutável.
O observatório da ilha de Hven, onde
Tycho Brahe fez as observações que posteriormente Kepler usou para formular
as leis que descrevem o movimento dos planetas em torno do Sol.
|
Castelo
do Céu
SEMPRE OBCECADO PELA PRECISÃO em suas observações, nessa altura da vida Tycho
já estava construindo muitos de seus próprios instrumentos, entre eles um
sextante com braços de quase dois metros cada, muito mais preciso do que
qualquer outro já construído.
Com ele Tycho demonstraria que a nova estrela se movia menos que a Lua ou os
planetas em relação às “estrelas fixas”, estando, portanto, na esfera das
estrelas.
A fama de Tycho se espalharia por toda a Europa, a ponto do rei Frederico II,
oferecer-lhe uma ilha de presente, perto do castelo de Hamlet, em Elsinore.
A própria Dinamarca pagaria pela construção de um observatório para Tycho, e as
cerca de 40 famílias, habitantes da ilha, se tornariam seus súditos. Ali Tycho
construiu o seu “Castelo dos Céu”, com um aparato de observação simplesmente
incomparável e seu tempo.
Tycho media o tempo utilizando diversos tipos de relógios, como clepsidras,
(baseadas no escorrimento da água), ampulhetas de areia, velas graduadas e
semelhantes. Um observador e um marcador de tempo trabalhavam juntos. Contando
sempre com assistentes, ele conseguiu reduzir a imprecisão das medidas de 10
minutos de arco (desde o tempo de Ptolomeu) para apenas um minuto de arco.
Tycho foi o primeiro
astrônomo a calibrar e checar a precisão de seus instrumentos periodicamente,
corrigindo as observações por refração atmosférica. Suas observações eram
diárias, e não somente quando os astros estavam em configurações mais
atraentes. Com isso descobriu anomalias orbitais dos planetas até então
desconhecidas.
Observou minuciosamente a aparição de um cometa em 1577, e posteriormente
demonstrou que o objeto se movia entre as “esferas dos planetas” e não dentro
da atmosfera da Terra, como se pensava na época. Mais uma vez Tycho percebia
que o céu não era imutável, como na concepção greco-cristã. Graças a ele os
cometas passariam a categoria de objetos celestes.
O
amigo Kepler
EM 1588 O REI FREDERICO II FALECEU. Tycho foi desatencioso com o novo rei,
Christian IV, e com os nobres da corte. Isso lhe custou uma drástica redução em
seus rendimento até que, em 1597, Tycho deixou a Dinamarca com todos seus
equipamentos, mudando-se para Praga. Ali, no ano de 1599, o Imperador Rudolph
II o nomeou matemático imperial e em 1600 Tycho contratou o alemão Johannes
Kepler (1571-1630) para ajudá-lo.
Para Tycho todos os planetas, menos a Terra, giravam em torno do Sol – e o Sol
e a Lua giravam em torno da Terra. Com tal sistema, o astrônomo dinamarquês
imaginou ser possível formular um modelo melhor que o de Nicolau Copérnico
(1473-1543). Mas ele morreria antes de tentar comprovar sua teoria.
Copérnico não baseou suas conclusões em sólidos argumentos científicos, mas em
considerações de cunho filosófico. Não obstante, suas idéias surgiram no
momento certo, pois em pouco tempo três personagens, com base em estudos
cuidadosos sobre os corpos celestes, selaram o triunfo do sistema
heliocêntrico.
Eram eles: Tycho Brahe, Johannes Kepler e Galileu Galilei. O papel do astrônomo
dinamarquês Tycho Brahe foi de fundamental importância, embora o sistema por
ele elaborado, uma espécie de híbrido entre os sistemas ptolomaico e
copernicano, estivesse destinado ao fracasso.
Tycho era um magnífico observador e em sua ilha dinamarquesa de Hven dispunha
de instrumentos de excepcional precisão para a época. Graças a essa refinada
aparelhagem, obteve uma enorme quantidade de dados sobre os movimentos
planetários.
Assim mesmo, as medições que Tycho Brahe deixou eram tantas e tão precisas que
Kepler usou-as para formular as Leis do Movimento Planetário. Kepler conseguiu
interpretar corretamente o movimento orbital de Marte, e daí conseguiu deduzir
que todos os planetas (inclusive a Terra) giravam em torno do Sol e que suas
órbitas não eram circulares, mas elípticas.
Tycho faleceu no dia 24 de outubro de 1601. Seus restos mortais estão na Igreja
Tyn, em Praga.
Publicação em periódico impresso:
• Costa, J. R. V. Os astrônomos: Tycho Brahe. Tribuna de Santos, Santos, 27 set. 2004. Caderno de Ciência e Meio Ambiente, p. D-2.
• Costa, J. R. V. Os astrônomos: Tycho Brahe. Tribuna de Santos, Santos, 27 set. 2004. Caderno de Ciência e Meio Ambiente, p. D-2.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Conteúdo Espírita para as aulas de Astronomia para baixar
Boa noite, atendendo a pedidos segue algumas obras espíritas para se estudar astronomia com os alunos. É só clicar nos nomes dos livros:
- A gênese - Allan Kardec
- Deus na natureza - Camille Flammarion
- Pluralidade dos mundos Habitados - Camille Flammarion
- O grande enigma - Leon Denis
Outros materiais:
- Curso completo de Astronomia a Luz do Espiritismo, por Sésio Santiago Freire Filho para download (no final da página)
- Camille Flammarion: O popularizador da Astronomia e divulgador do Espiritismo
Bons estudos!
sexta-feira, 5 de abril de 2013
STELLARIUM
Stellarium é um planetário de código aberto para o seu
computador. Ele mostra um céu realista em 3D, assim como o que você vê a
olho nu, com binóculos ou telescópio. Ele pode sendo usado em projetores de
planetários. Basta definir suas coordenadas e ir.
Quer conhecer um pouco mais o Stellarium? Visite o site: http://www.stellarium.org/
Pra quem quiser baixar é só clicar: http://www.baixaki.com.br/download/stellarium.htm
CONTEÚDOS DAS PROVAS DA OBA 2013
Alunos e Professores olhem o conteúdo das provas da OBA para os 3 níveis!
Nível 1 (1º ao 3º ano)
- Astronomia: Terra: forma, atmosfera, rotação, pólos, equador, pontos cardeais, dia e noite. Lua: fases da Lua, mês e eclipses. Sol: translação da Terra, ano, estações do ano. Objetos do Sistema Solar. Constelações e reconhecimento do céu.
- Astronáutica: A Missão Centenário (viagem ao espaço, em março de 2006 , do Ten. Cel. Av. Marcos Pontes). Aviões, Foguetes e Satélites: O que são e para que servem? A atmosfera e sua importância para a manutenção da vida na Terra. A Exploração do Sistema Solar por meio de Sondas Espaciais. O homem na Lua. Os satélites brasileiros (SCD e CBERS). Os foguetes brasileiros (foguetes de sondagem e o Veículo Lançador de Satélites-VLS).
- Energia: Educação Ambiental, Conservação dos Recursos Naturais e da Energia, Cultura do “Saber Cuidar” e do “Não Desperdício”, Formas e Fontes de Energia, Cuidados com a Energia, Dicas de Conservação de Energia e Água, Prática dos 3 R: Reduzir, Reutilizar, Reciclar.
Nível 2.(4º e 5º anos)
- Astronomia: Terra: origem, estrutura interna, forma, alterações na superfície, marés, atmosfera, rotação, pólos, equador, pontos cardeais, bússola, dia e noite, horas e fusos horários. Lua: fases da Lua, mês e eclipses. Sol: translação da Terra, eclíptica, ano, estações do ano. Objetos do Sistema Solar, galáxias, estrelas, ano-luz, origem do Universo e história da Astronomia. Constelações e reconhecimento do céu.
- Astronáutica: A Missão Centenário (viagem ao espaço, em março de 2006 , do Ten. Cel. Av. Marcos Pontes). Aviões, Foguetes e Satélites: O que são e para que servem? A atmosfera e sua importância para a manutenção da vida na Terra. A Exploração do Sistema Solar por meio de Sondas Espaciais (ex. Voyager). Os satélites brasileiros (SCD e CBERS). Os foguetes brasileiros (foguetes de sondagem e o Veículo Lançador de Satélites-VLS). Os satélites meteorológicos e de sensoriamento remoto e suas aplicações. A Estação Espacial Internacional (ISS). O Telescópio Hubble. As instituições brasileiras voltadas ao desenvolvimento das atividades espaciais (AEB, CTA, IAE, INPE e ITA).
- Energia: Educação Ambiental, Conservação dos Recursos Naturais e da Energia, Cultura do “Saber Cuidar” e do “Não Desperdício”, Formas e Fontes de Energia, Energia Elétrica, Caminhos da Energia Elétrica, Cuidados com a Energia, Consumo de aparelhos eletrodomésticos e de água, Dicas de Conservação de Energia e Água, Prática dos 3 R: Reduzir, Reutilizar, Reciclar.
Nível 3 º (6º ao 9º ano)
- Astronomia: Além dos conteúdos do nível 2: Terra: rotação, pontos cardeais, coordenadas geográficas, estações do ano, marés, solstício, equinócio, zonas térmicas, horário de verão. Sistema Solar: descrição, origem, Terra como planeta. Corpos celestes: planetas, satélites, asteróides, cometas, estrelas, galáxias. Origem e desenvolvimento da Astronomia. Conquista do espaço. Origem do Universo. Fenômenos físicos e químicos: elementos químicos e origem. Gravitação: força gravitacional e peso. Unidade Astronômica, ano-luz, mês-luz, dia-luz e segundo-luz. Constelações e reconhecimento do céu.
- Astronáutica: Além dos conteúdos do nível 2: A Exploração de Marte. Por que o Brasil deve possuir um Programa Espacial? O efeito estufa e o buraco na camada de ozônio. O corpo humano no espaço. Os foguetes Saturno, Ariane, Soyuz e Próton. Os ônibus espaciais.
- Energia: Educação Ambiental, Conservação dos Recursos Naturais e da Energia, Cultura do “Saber Cuidar” e do “Não Desperdício”. Formas e Fontes de Energia, Energia Elétrica, Formas de Geração de Energia Elétrica, Caminhos da Energia Elétrica (Geração, Transmissão e Distribuição), Considerações técnicas sobre a energia (tensão, corrente, potência de aparelhos e equipamentos), Cuidados com a Energia, Consumo de aparelhos eletrodomésticos, Leitura do medidor de consumo residencial, Dicas de Conservação de Energia e Água e Prática dos 3 R: Reduzir, Reutilizar, Reciclar.
O pálido ponto azul - Carl Sagan
A FOTO DA TERRA
No dia 14 de fevereiro de 1990, tendo completado sua missão primordial, foi enviado um comando a Voyager 1 para se virar e tirar fotografias dos planetas que havia visitado. A NASA havia feito uma compilação de cerca de 60 imagens criando neste evento único um mosaico do Sistema Solar. Uma imagem que retornou da Voyager era a Terra, a 6,4 bilhões de quilômetros de distância, mostrando-a como um "pálido ponto azul" na granulada imagem.
Sagan disse que a famosa fotografia tirada da missão Apollo 8, mostrando a Terra acima da Lua, forçou os humanos a olharem a Terra como somente uma parte do universo. No espírito desta realização, Sagan disse que pediu para que a Voyager tirasse uma fotografia da Terra do ponto favorável que se encontrava nos confins do Sistema Solar.
Essa foto acabou inspirando Carl Sagan a escrever o livro Pálido Ponto Azul em 1994.
QUEM FOI CARL SAGAN?
| Carl Sagan |
REFLEXÕES DE SAGAN SOBRE "O PÁLIDO PONTO AZUL"
Numa conferência em 11 de Maio de 1996, Sagan falou dos seus pensamentos sobre a histórica fotografia:
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